Resenha – 50 tons de liberdade

Chegamos então ao fim da nossa trilogia, nosso último livro – 50 tons de liberdade. É triste chegar ao fim de uma história que achamos interessante e queremos saber sempre mais, mas é o que nos resta.

Depois de todas as idas e vindas que vivenciamos nos livros anteriores, 50 tons de cinza e 50 tons mais escuros, nos deparamos com um começo de leitura bastante animador. Ana está casada com Christian e está indo viver juntos a lua de mel dos sonhos, onde tudo nos sugere sofisticação, um cenário perfeito e muito amor. A família de Christian, mesmo confusa, fica feliz com o surgimento de Ana em sua vida, fazendo – o mudar, sendo mais aberto e próximo de todos eles. 

Mas mesmo com esse clima de paz e esperança, Christian está muito preocupado com todas as ocorrências passadas, as ameaças feitas para sua família e para Ana, o incêndio duvidoso do seu escritório e pensa aflito em qual pode ser o próximo passo daquele ou aquela que quer destruir sua felicidade.

Ana tenta deixar o seu amado calmo, mas sabe que é uma situação crítica, pois todos estão lidando com alguém no escuro, um alguém bastante perigoso. Por outro lado, sua amiga Kate se encontra muito feliz namorando Elliot e o seu admirador, José ainda continua morrendo de amores, mesmo sabendo que Ana é uma mulher casada.

Apesar de a história ter tomado um rumo um pouco diferente dos livros anteriores, aqui também temos as descrições detalhadas das cenas de sexo e amor entre Ana e Christian, e quando falo detalhadas, são realmente detalhadas. Mas podemos notar também que agora essas cenas são diferentes, pois agora temos um sentimento envolvido e o leitor consegue sentir isso muito bem.

Uma das partes que mais gostei e achei interessante foi ler a história de Christian, desde que foi adotado pelos Grey, quando criança. Fica uma leitura limpa e suave, que faz o leitor sentir um carinho por aquele ser que está nos contando tudo que aconteceu na sua vida. Realmente, uma das melhores sacadas feita pela autora. No fim do livro, depois de todo o desenrolar das cenas de suspense e perigo envolvendo o casal protagonista, finalmente descobrimos o vilão por trás de todo o mistério.

Posso dizer com convicção que o livro é uma leitura muito agradável. Eu, como leitora, fiquei totalmente intrigada em certos momentos e bastante emocionada e feliz em outros, o que me faz perceber que a autora soube escrevê-lo muito bem.

Seu enredo é bastante interessante, digo até mais que os dois anteriores, mas também notei falhas na nossa “querida” Ana sem sal, por vezes eu pensei: “Meu Deus, que mulher chata!”, mas também consegui fazer as pazes com ela, já que nosso querido Christian a salvou nesse quesito. Sendo um personagem muito mais interessante e gostoso de ler e imaginar.

Terminei essa trilogia com um aperto no coração, pois gostei bastante de todos os livros e me senti muito bem lendo eles. Realmente, queria uma continuação, apenas para ter o gostinho de continuar sabendo da história do meu tão amado Christian Grey. Mas como nem tudo são flores, eu tive que me contentar com o fim por fim mesmo.

Apesar de todas as críticas que já ouvi, deixo o livro 50 tons de liberdade na minha estante de favoritos e pretendo ler novamente em breve e me agraciar mais uma vez com a história de amor e ódio que ele me passou.

Recomendo bastante a leitura. Vale muito a pena cada minuto.

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